A suplementação de creatina no esporte e sua relação com o desempenho atlético

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A suplementação de creatina no esporte e sua relação com o desempenho atlético

Mensagem  cupertino em Dom Abr 17, 2011 2:26 pm

González Boto, R. *, García López, D. *; Alonso Herrero, JA *

* Bacharel em Ciências do Desporto e Actividade Física. dmprgb@unileon.es


* Fellow do Departamento de Educação Física e Esporte da Universidade de León.


Faculdade de Educação Física e Desporto.


Universidade de León. León (Espanha).

RESUMO

Neste trabalho pretendemos analisar o uso da creatina no esporte e sua relação com o desempenho atlético. Primeiro descreve as características e as funções metabólicas deste composto e sua relação com o desempenho atlético. Em segundo lugar, uma revisão de estudos recentes que analisaram os efeitos da suplementação de creatina. Verifica-se
que a creatina melhora o desempenho atlético em ações de curto prazo
que o metabolismo anaeróbico alático é uma prioridade, sem uma
investigação mais aprofundada, é necessário demonstrar melhorias no
desempenho físico em diferentes contextos e que seu uso continuado não
causar mudanças negativas para saúde dos indivíduos.

Palavras-chave: suplementação de creatina, o desempenho desportivo, a potência anaeróbica, força explosiva.

1. Nutricional ergogênico

1.1. Conceituação

Mediplan
Sport (1996) define ergogênicas no esporte como uma variedade de meios
são usados ​​para melhorar o desempenho atlético quando existem
diferentes técnicas de estímulos de treinamento utilizado para esta
finalidade. Anos
antes de Williams (1992) definiu o termo "ergogênico" como qualquer
forma de aumentar o uso de energia, incluindo a produção de energia,
controle e desempenho.

1.1. Classificação de substâncias ergogênicas

Falando
de substâncias ergogênicas não significa restringir a sua tipologia
apenas certas drogas ou ingestão nutricional, entre outros, em uma série
de mecanismos utilizados para melhorar a performance esportiva. Williams
em 1992 e Mujika e Padilla, em 1997, segundo este autor e,
posteriormente, Guillén del Castillo e Linares em 2002, estabeleceu uma
classificação das substâncias ergogênicas que distribuímos nos seguintes
grupos:


: "Mechanical Aids: estão relacionados às características
físicas dos materiais e até mesmo o corpo humano: tênis, bicicletas maiô
concorrência hidrodinâmico com perfis aerodinâmicos, nadadores
pré-competitivo barbear, materiais mais leves, ...


: "apoio psicológico: estratégias de formação técnica e
psicológica para melhorar o desempenho desportivo hipnose, gerenciamento
do estresse, gestão de ansiedade, técnicas motivacionais, psicoterapia,
...


: "Ajuda Fisiologia: Técnicas de" física "que função de aumento
do órgão, infusões de sangue, o bicarbonato de sódio, citrato de sódio,
...


: AJUDAS "Farmacológicas: geralmente os produtos
químicos que entram no organismo para melhorar o desempenho orgânico
cafeína, esteróides anabolizantes, a eritropoietina, ...


: técnicas da manipulação da dieta melhora o desempenho
desportivo suplementação com carboidratos, ácidos graxos, ácidos de
cadeia ramificada aminoácidos, vitaminas, ...

Guillén
del Castillo e Linares (2002) incluem a suplementação de creatina
monohidratada no tipo de auxílios ergogênicos nutricionais.

2. Características metabólicas dos CREATINA

2.1. Composição, localização e transportes

A creatina (Cr) é um composto de nitrogênio natural muito
semelhante à dos aminoácidos combinados com fosfocreatina causando
fosfato (PCr) (Barbany, 2002, Guillén del Castillo e Linares, 2002). É
sintetizado endogenamente no fígado, pâncreas e rins a partir dos
aminoácidos arginina, glicina e metionina (Mujika e Padilla, 1997;
Barbany, 2002, Waldron, 2002). Este
processo envolve duas enzimas: a amidinotransferase, que catalisa a
formação de guanidinoacetato usando arginina e glicina, e
N-metiltransferase, que permite a guanidinoacetato e creatina para
formar S-adenosilmetionina (Rico-Sanz, 1997).


Composição química de fosfigênio. Extraído de MCDB (2003)

Além
de sua produção endógena também é encontrada na dieta, principalmente
peixe, carne e outros produtos animais, como leite ou ovos. Em algumas plantas também podem ser encontradas, mas sua presença é muito baixa (Mediplan Sport, 1996 Mujika e Padilla, 1997).

Segundo
Barbany (2002) O corpo humano necessita de um total de 2 gramas de
creatina por dia, dos quais 50% são sintetizados pelo organismo,
enquanto os outros 50% deverão ser fornecidos pela dieta.

As maiores concentrações de Cr no corpo humano encontrado no músculo
esquelético, com cerca de 95% do conteúdo total de compostos na forma de
creatina livre (40%) e creatina fosforilada e fosfocreatina (60%). Os
5% restantes é compartilhada por outros tecidos do corpo como o
coração, o esperma, a retina eo cérebro primariamente (Mediplan Sport,
1996, Naclerio, 2001).


Devido à sua distribuição corporal e tendo em conta a produção endógena de
creatina para ser transportado pelo sangue dos órgãos onde é sintetizado
para os órgãos em que será usado principalmente no músculo esquelético.
Para este fim, uma série de transportadores que, aqueles que têm maior
capacidade de transporte de Na +-dependente, devido à sua saturability
em relação ao Na +-independente. Por
sua vez, esse processo depende do número de transportadores de creatina
existente: quanto maior o número de transporte a maior consequência
deste tipo. Também serão reguladas pela concentração de creatina, de modo que o déficit vai acelerar este processo, e vice-versa. A
presença de outras substâncias como a insulina e vitamina E, ea
estimulação do corpo através de exercícios físicos também pode aumentar o
transporte de creatina muscular (Rico-Sanz, 1997).


2.2. funções metabólicas
*
Armazenar energia: O PCr desempenha um papel importante no metabolismo
energético da contração do músculo esquelético e de recuperação após o
esforço físico devido ao seu papel "acumulador" de energia. Este
composto é responsável pela ressíntese de ATP a partir de ADP por uma
reação catalisada pela enzima creatina quinase (CK) (Mediplan Esporte,
1996, Guillen del Castillo e Linares, 2002).


[/color]


[/color]



Cr + ATP


Caixa de texto: ADP + H + + PCr

Figura 2. A produção de energia a partir de PCr.

Muitos
pesquisadores argumentam que a PCr desempenha um importante papel na
ressíntese de ATP durante os estágios iniciais de um exercício intenso
de curta duração, porque o metabolismo anaeróbico alático para a
produção de ATP a partir deste composto é predominante em outras vias
metabólicas (Izquierdo et al 2002;. Kilduff et al, 2002).. Dorado et al. (1997)
mostram que, nos estágios iniciais de um exercício de alta intensidade
ATP é restaurada, não só da PCR, mas também do aumento simultâneo da
actividade glicolítica, desde o início, enquanto Rico-Sanz (1997) afirma
que esta simultaneidade de vias metabólicas, incluindo também a via
oxidativa, o regenertivo potencial de PCr ATP excede a da glicólise e
fosforilação oxidativa.

*
Transporte de fosfatos de alta energia da mitocôndria para o
miofibrilas: O transporte de creatina e creatina fosfato produzido pela
hidrólise da creatina fosfato na mitocôndria, onde creatinakinasa
oxidativo exerce o controle ea partir daí o fosfato é transportado para o
local onde é necessário pela célula durante a contração muscular (Mediplan Esporte, 1996, Rico-Sanz, 1997; Mujika e Padilla, 1997).

Outras funções da creatina, como Rico-Sanz (1997), são:

*
Proton Buffering: O creatinakinasa reação de hidrólise da fosfocreatina
utiliza íons de hidrogênio com um tal potencial que causa uma
alcalinização da célula muscular no início do ano.

*
Controle da fosforilação oxidativa: O autor é provável que a creatina
pode exercer maior controle do metabolismo aeróbico da produção de ATP
através da via oxidativa com base em estudos com animais em que as doses
de creatina aumentou o VO2máx, porém, é algo que ainda não está comprovado em seres humanos.

*
A função de anabolizantes: A suplementação de creatina leva ao aumento
da massa muscular sem o aumento do volume de água, por isso é provável
que a creatina aumentam a influências especialmente no diâmetro das
fibras do tipo II (Mujika e Padilla, 1997 , Rico-Sanz, 1997).

3. SUPLEMENTAÇÃO COM CREATINA

Figura 3. Diagrama
do consumo de energia durante o exercício, pode ser visto como o
metabolismo anaeróbico alático desempenha um papel importante na
abertura do segundo esforço físico. Adaptado de Jenkins (1998).



[/color][/font]

AEROBIC ANAERÓBIO





No exercício intenso em curto prazo, o metabolismo anaeróbico alático é
capaz de suprir as necessidades energéticas dos músculos que estão
trabalhando. Autores como Mesa et al. (2001)
indicam que as lojas de Cr e PCr atingir valores mínimos de 5-10
segundos, tempo de exercício que a fadiga não alcançaria o esgotamento
das lojas fosfigênio. Outros autores como Gold et al. (1997) indicam que este intervalo de tempo entre 10-30 segundos. Naclerio (2001) salienta que, antes os 5 segundos lojas phosphagen não estão esgotados. A partir deste limite e até 20-30 segundos, ou mesmo as lojas mais creatina até ser virtualmente esgotada.

Quando o músculo PCr atinge valores mínimos diminui o desempenho atlético,
porque o ATP não é resintetizado tão rapidamente como é exigido pelas
células do músculo, de modo que muitos autores sugerem que, se um
aumento dos níveis normais de CR por suplementação
oral causaria um aumento na PCR para atenuar o rápido esgotamento do
músculo durante o exercício, alterando, em menor medida os níveis de ATP
muscular, melhorando assim o desempenho atlético (Mujika e Padilla,
1997, Kreider et al. , 1998; Barbany Izquierdo, 2002, et al 2002;. Kilduff et al, 2002, Newman et al, 2003)... Assim, em sprints de duração inferior a 10 segundos de esportes como corrida, ciclismo, natação, ténis, ... ou
em esportes de equipe com os esforços intermitentes como o futebol ou o
basquetebol, o uso desse substrato energético é uma prioridade, que é
reforçada por uma formação e uma ingestão diária de creatina não é alto.

Os requisitos da creatina como Barbany (2002) é 2g por dia, que pode ser
coberto, se considerarmos a produção endógena e sua contribuição através
da dieta. Este autor pode produzir mudanças favoráveis ​​no quiz desempenho esportivo
com um elevado nível de encargos se ingerido altas doses de creatina por
20g/día durante 6 dias consecutivos e doses menores de 2-3g nos dias
seguintes. Essas alterações podem tornar-se uma contribuição de 20% de 100g por uma
semana e administrado em ciclos mensais entre suplementações (Mediplan
Desporto, 1996). Em um estudo realizado pela Harris cavo et al. (1992)
demonstraram que o teor de Cr do vasto lateral aumentou entre 20 e 50%
após dois dias, completando o corpo com 20 g diárias de creatina, o que
aumenta é maior se o período de suplementação está associada com o
trabalho muscular submáximo. Isto foi confirmado em pesquisas posteriores, que se tornou suplementações normalizado Cr de 20 g por dia durante 5 ou 6 dias (Greenhaff et al,
1994a;. Greenhaff et al, 1994b;. Söderlund et al, 1994, e Balsom. et
al, 1995;. Febbraio et al, 1995, Casey et al, 1996 e Hultman et al,
1996), de 20-30 g por dia durante pelo menos dois dias (Dorado et al,
1997) 20-30.... g por dia por 5-6 dias (Preen et al., 2002). Existem
também estudos que descobriram que a ingestão de 3-5 g de Cr
administrado durante um período de 11 a 28 dias também produziu efeitos
colaterais similares de desempenho atlético quando comparados com doses
mais elevadas e menor contribuição para vimos em estudos anteriores (Rico-Sanz, 1997).



Parece ser bem aceito por grande parte da comunidade
científica de que o aumento dos depósitos de Cr e ressíntese de ATP a
partir deste composto exercícios de curta duração e alta intensidade é
aumentada pela suplementação oral A
creatina, porém existem outros estudos não são conclusivos quanto à
inobservância aumentos significativos em Cr total após tal
suplementação. Isto é confirmado por Odland et al. (1994) após a suplementação com Cr 60 g por dia durante 3 dias.


O que parece indiscutível é que a creatina é um dos suplementos
alimentares actualmente exigidos nos esportes, provavelmente porque é
uma das poucas substâncias nutricionais capazes de ter um potencial para
melhorar o desempenho atlético, mas estudos analisaram
os efeitos positivos desse composto também têm recebido algumas
críticas devido ao rigor científico pobres que têm sido atribuídos
(Mediplan Esporte, 1996; Mujika e Padilla, 1997; Arnaud, 2002; Barbany,
2002). Além disso, ele também diz que os efeitos da creatina têm sido produzidas
sob condições normais de estudo e sedentários ou baixo nível de
formação. Ele questiona se a assuntos altamente treinados sob uma verdadeira
concorrência que este composto pode alcançar os mesmos efeitos (Mediplan
Esporte, 1996; Mujika e Padilla, 1997; Barbany, 2002). Alguns
autores chegaram mesmo a dizer que a suplementação de creatina em
atletas de endurance altamente treinados seria desnecessário (Mujika e
Padilla, 2002). Também não é claro quais as disciplinas que poderiam ser mais úteis se os seus efeitos podem ser mantidas ou não no longo prazo (Barbany, 2002).

Como Mujika indicado e Padilla (1997) o potencial de creatina como
ergogênico no esporte é algo que deve ser estudado e analisado com
cuidado, pois a maioria dos estudos não são conclusivos a esse respeito e
eles ainda são simples hipótese precisam ser confirmados.

4. PESQUISA ATUAL

Por causa da controvérsia que já começaram a coletar algumas das pesquisas
nos últimos dois anos, que examinou a suplementação oral de creatina
como recurso ergogênico nos esportes enfrentam desempenho, a fim de
discernir mais sobre seu uso.

Para melhor compreensão, temos os estudos distribuídos em duas categorias:

*
Estudos mostram melhorias no desempenho desportivo, incluem estudos
cujos resultados demonstraram uma melhora de performance esportiva após a
suplementação com creatina.

*
Estudos que não refletem melhorias no desempenho desportivo, incluem
estudos cujos resultados não demonstram uma melhora de performance
esportiva após a suplementação com creatina.

4.1. Estudos mostram melhorias no desempenho atlético

Izquierdo et al. (2002)
examinou os efeitos da suplementação com 20 g de creatina administrada
por 5 dias em 19 jogadores de handebol treinados (n = 9 grupo
experimental, o grupo controle n = 10). Para fazer isso medimos a força e poder máximo e nível de fadiga na repetição supino máxima (RM) e salto de agachamento (SJ). Realizamos
também um salto contramovimento na plataforma de contato (CMJ), 6
sprints de 15 metros e um teste de resistência máxima à exaustão
quebrados. Também recolheram amostras de sangue e urina para determinar as concentrações de lactato e Cr O estudo foi duplo-cego, registrando todos os dados
antes e após o período de suplementação. Os
resultados indicam que os indivíduos que tomaram creatina aumentou
significativamente a massa muscular, o número máximo de repetições até a
fadiga e força no supino e SJ, a força máxima após o SJ eo tempo gasto
na primeira das 6 sprints. No grupo placebo não ocorreram mudanças significativas, nem nas outras variáveis ​​analisadas em ambos os grupos, de modo que, segundo esse
estudo, a suplementação de creatina em jogadores de handebol treinado
leva a uma melhora significativa na força máxima parte
inferior do corpo, as repetições máxima do corpo superior e inferior,
no exercício do poder e as repetições máximas até a fadiga de supino, é
uma melhoria no sprint e atenua a fadiga no salto depois de repetições máximas. Não melhorias são obtidas na parte superior do corpo força máxima ou corrida de resistência.




Em um estudo duplo-cego, semelhante ao anterior et al Kilduff. (2002)
analisaram a influência da suplementação de creatina na força
isométrica no supino em 32 corredores de endurance treinados. Neste
caso, havia cinco contrações máximas e composição corporal foi
determinada antes e após a ingestão de 20 g de creatina por dia por
cinco dias por um grupo experimental e placebo em um grupo controle. Além disso, foi avaliada a excreção de creatinina na urina. Os resultados indicaram que a suplementação promoveu um aumento significativo no pico de força e trabalho total durante a contração
isométrica no grupo experimental comparado ao grupo controle. Também
aumentou o peso corporal e massa muscular magra, tanto o controle eo
grupo experimental, embora o aumento foi significativamente maior no
grupo experimental. Este estudo mostra que tanto o pico de força máxima e contração isométrica força total são aumentados em corredores treinados após a suplementação
de creatina, embora também haja um ganho de peso que podem estar
limitando o desempenho de atletismo neste modo.




[/color] Ööpik et al. (2002)
estudaram o efeito da suplementação de creatina com a ingestão de
carboidratos na recuperação de massa corporal e aumentar o desempenho
atlético, após a perda de peso pós-exercício em um grupo de cinco
lutadores treinados. Para este efeito, meses antes de serem perguntadas que reduzir pelo menos 15% do seu peso na formação e controle pessoal da dieta sem medicação há
dois meses. Após este período, desenvolveu uma dieta suplementada com carboidratos e
creatina para ser ingerido durante as 17 horas e administrada duplo-cego
em um grupo experimental e um grupo controle. Também
mediu a força máxima e total de trabalho de extensão do joelho
submáxima antes da perda de peso após o período de redução de peso e
após o período de suplementação. Finalmente, tomou amostras de sangue e urina para verificar as concentrações de NH3 +, lactato, glicose e uréia. Os resultados são parcialmente contrário ao estudo da Kilduff et al. (2002), indicando que a suplementação de creatina com carboidratos melhora a recuperação do nível de força máxima e capacidade de trabalho total nas matérias devido à maior retenção de creatina nos músculos e não o
aumento da massa muscular, uma vez que não houve mudanças significativas no peso durante o período de recuperação em ambos os grupos. Isto também contradiz, em parte, como indicado no ponto 2.2. (Funções
metabólicas creatina) como a função dessa substância anabolizante nas
fibras musculares do tipo II (provavelmente mais desenvolvido no esporte
de luta), que poderia ser um fator a considerar o desempenho de tal esportes. Em
suma, podemos dizer com base neste estudo que a suplementação com
creatina e carboidratos melhora o desempenho atlético em combatentes
treinados, embora os resultados devam ser interpretados com alguma
cautela por causa do pequeno número de indivíduos na amostra.



[size=7]
Gothshalk et al. (2002)
testaram os efeitos da suplementação de Cr em idosos fisicamente ativos
em um estudo duplo-cego, foram administrados 3 g por kg de peso
corporal de Cr durante 7 dias em um grupo experimental e placebo em um
grupo controle. Para determinar os efeitos de completar dois grupos realizaram uma bateria
de exercícios que consiste de uma força dinâmica máxima na imprensa
supino e na perna, um teste de força isométrica máxima do joelho, um
teste de força explosiva sprints em bicicleta ergométrica e dois testes de coordenação geral. Também recolheram amostras de sangue e biópsias de músculo para analisar compostos diferentes. Os resultados indicam que a suplementação de creatina resultou num grande
aumento da massa corporal e do tecido muscular, a força máxima dinâmica e
força isométrica máxima e força explosiva e capacidade funcional dos
membros inferiores no grupo experimental em comparação a grupo controle. Como
em estudos anteriores, houve também um aumento no peso corporal total e
massa corporal magra em indivíduos a tomar creatina. Na
sequência deste estudo pode-se dizer que a creatina complementado por
via oral é susceptível de aumentar o desempenho atlético em idosos.



E estudos mais recentes, como Kambis e Pizzedaz (2003) que
examinaram o efeito da suplementação de creatina sobre a função
muscular, massa corporal e circunferência da coxa de 22 jovens do sexo
feminino. Em um desenho duplo-cego, foram administrados 0,5 g de creatina por kg de
peso corporal em um grupo experimental e placebo em um grupo controle. Foi
também realizado um teste para avaliar a função muscular ea parte
inferior do corpo de teste de força máxima do quadríceps antes e após a
suplementação. Foi observada no grupo experimental o tempo da extensão do quadríceps e
diminuiu o poder de trabalhar em flexão e extensão aumentada. Como
em estudos anteriores, não houve mudanças no percentual de gordura, ou o
diâmetro do quadríceps, ou o peso total de mulheres em ambos os grupos.
Com base neste estudo, parece que a suplementação de creatina em mulheres
jovens, melhorar o desempenho físico inferior do corpo com ação
explosiva, sem causar ganho de peso.

Watsford et al. (2003)
em um estudo duplo-cego analisou se a suplementação de creatina aumenta
a probabilidade de lesão devido ao aumento da rigidez muscular. Para isso, escolhemos uma amostra de 20 indivíduos divididos em dois grupos, experimental e controle. Ambos
fizeram uma série de saltos do protocolo Bosco antes e após a
suplementação de creatina no grupo experimental e placebo no grupo
controle. No grupo experimental houve um aumento significativo no peso corporal e altura do salto no CMJ e DJ no grupo controle. Em ambos os grupos não houve aumento da rigidez muscular. Neste estudo não demonstrou que a suplementação de creatina aumenta o risco
de ferimentos devido a um aumento da rigidez muscular, embora tenha
havido um ganho no salto em altura e é provável que, nos esportes, onde
fator Esse desempenho é tal suplementação, em princípio, seria aconselhável.


Em um estudo duplo-cego Newman et al. (2003)
testaram se a suplementação de creatina em doses elevadas por alguns
dias, seguido de uma tolerância à glicose mais leve e continuamente ao
longo do tempo, e prejudicar a ação da insulina em adultos não
treinados. Para isso, escolhemos uma amostra de 17 sujeitos (n = 8 grupo experimental, n = 9 grupo controle). O grupo experimental teve uma dose de 20 g de creatina por 5 dias, seguido por outro de 3 g por 28 dias. O grupo controle teve uma quantidade similar de glicose durante o mesmo período de tempo. Os dados foram retirados de um teste de tolerância à glicose ingerida por via oral, exames de sangue e biópsias de músculo antes e após a
suplementação. Os resultados mostram que a suplementação de creatina não afeta o conteúdo de glicogênio muscular na concentração de glicose ou insulina no
sangue, mas o músculo Cr e PCr foram aumentadas no grupo que tomou
creatina em o grupo controle. Neste estudo, a suplementação de Cr aumentou as reservas de Cr e PCr no músculo não treinado, o que pode levar a um aumento no desempenho físico
em atividades com um alto componente anaeróbio alático.


Este aumento de depósitos de Cr e PCr após a suplementação oral com creatina
também foi confirmada recentemente pelo Powers et al. (2003) em um estudo similar envolvendo treinados corredores de longa distância.




Derave et al. (2003)
realizaram um estudo visando testar o efeito da suplementação com Cr e
Cr mais proteína sobre as reservas de carboidratos dos músculos do
músculo treinado em comparação com não treinados sujeito próprio. Para este efeito, optou por 33 indivíduos, divididos em três grupos. Um deles tomou placebo, creatina e creatina terceiros, com transportador de glicose GLUT-4. Por sua vez, os sujeitos foram submetidos a um programa de força muscular na perna direita, mantendo a outra em repouso, obtenção de dados a partir de biópsias do músculo. Os resultados diferem um pouco daqueles obtidos por Newman et al. (2003) e treinados nos níveis de glicogênio muscular da perna aumentou nos
grupos de tomar creatina quando comparado ao grupo placebo. Como o transportador GLUT-4 foi a mesma, mas nenhum desses efeitos ocorreram na perna inexperiente. Portanto,
neste estudo a suplementação de creatina oral melhorou a quantidade de
GLUT-4 e apresente o glicogênio muscular, pelo exercício em paralelo. Cr também combinado com uma carga de GLUT-4 também melhorou a tolerância à glicose.

Em princípio, o exercício físico induz um aumento no conteúdo de glicogênio muscular, porém com base no estudo de Newman et al. (2003)
seria necessário para verificar novamente se este aumento é devido
exclusivamente ao estímulo físico de formação, ou mesmo o efeito
combinado da suplementação de creatina.


4.2. Os estudos que não reflectem as melhorias no desempenho atlético



Preen et al. (2002)
realizou um estudo cujo objetivo foi determinar se a ingestão oral de
creatina antes do exercício físico na manutenção da máxima eficiência
das ações explosivo intermitente durante a mesma. Ele
escolheu oito homens destreinados exercido regularmente, com quem fez
um ensaio duplo-cego, em que o grupo experimental de 15 g de creatina 2
horas antes de fazer 10 séries de 5-6 sprints máximo ciclo ergômetro e
do grupo placebo controle. Os
dados foram obtidos a partir do trabalho total realizado e poder de
trabalho dos entrevistados, as biópsias do músculo vasto lateral e
amostras de sangue e urina em que as concentrações de metabolitos
diferentes. Os resultados indicam que a ingestão de creatina foram obtidas mudanças
favoráveis ​​no sangue metabolitos resultantes do trabalho realizado no
grupo que tomou creatina, em relação aos quais não tinha, no entanto,
não houve diferenças significativas nos dados coletados através de
biópsias do músculo ou após os resultados do teste físico, por isso não foi demonstrado que a
prolongada esforços intermitentes máximos ao longo do tempo para
alcançar maior eficiência após a ingestão de creatina antes do
exercício, provavelmente devido tanto ao curto espaço de tempo desde administração para a plena utilização pelos músculos esqueléticos ou pela pequena quantidade de creatina ingerida.

Doherty et al. (2002)
estudaram os efeitos a curto prazo do consumo de cafeína após um
período de suplementação de creatina e abstinência de cafeína. Para
o efeito, escolheu 14 indivíduos treinados para seguir um período de
suplementação de creatina de 3 g por kg de peso corporal por dia, sem
ingestão de cafeína. VO2max foi estimada por um teste de esforço máximo, antes e após a
suplementação, e em 12-24 horas e 3-5 dias após a ingestão duplo-cego,
de 5 mg / kg de cafeína antes de uma hora em ambos os testes um grupo experimental e placebo em um grupo controle. Também recolheram amostras de sangue para analisar vários metabólitos. Os resultados obtidos em relação ao indicar que, após a suplementação de
creatina com este composto aumentou a massa corporal do indivíduo, porém
não houve melhora no desempenho após o teste ergométrico, provavelmente
devido à falta de fiabilidade do protocolo utilizado, como estes autores.

Dentro desta seção, nós também queria destacar um estudo realizado pela Mesa et al. (2001) em que, embora não em relação à análise experimental da suplementação
de creatina em esportes, destaca uma série de efeitos negativos sobre o
uso desta substância. Nesse sentido, os autores acreditam que, apesar de estudos que indicam que a suplementação com creatina não causa efeitos adversos a longo prazo para
os atletas, há evidências científicas suficientes que demonstram que o
uso livre e indiscriminado creatina seria prejudicial para a saúde. Segundo
eles, a suplementação de creatina (principalmente a longo prazo) pode
ser uma prática de risco para a síndrome, a encefalopatia espongiforme
bovina, podem ter efeitos cancerígenos e têm sido descritos distúrbios
gastrointestinais, músculo e rim nos indivíduos.

5. CONCLUSÕES

1. Existem
inúmeros estudos que mostram que a suplementação de creatina oral
durante um período de cerca de uma semana leva a aumento de reservas
musculares de Cr e PCr. melhorias
Além disso, como já foi visto em várias demonstrações de força,
sobretudo, a força explosiva nas execuções em que a potência muscular é
envolvida e tem havido um atraso na fadiga muscular ações repetidas de
alta intensidade e curta duração.

2. Em
atividades esportivas envolvendo as qualidades acima referidas, tais
como pular ou levantar, a suplementação de creatina melhora o desempenho
físico, especialmente no trabalho inferior do corpo, mas os resultados
não foram extrapolados além do teste de laboratório como não é documentada em que ostenta tal suplementação seria uma ajuda útil ergogênico para o desempenho esportivo.

3. Os
benefícios da suplementação de creatina também pode ser facilitada se
combinada com outros compostos, como carboidratos e cafeína e, se for
feito em actividade paralela.


4. Há
grande controvérsia quanto à existência ou não de creatina provoca um
aumento no peso corporal, devido à sua função anabólica de fibras
rápidas e sua influência sobre o aumento do glicogênio muscular e que,
em estudos com homens, esse aumento foi observado, porém em mulheres ainda não foi inteiramente comprovada.

Conclusão Final

A suplementação oral com creatina melhora o desempenho
atlético em acção explosiva e de curta duração, no entanto, ainda há
controvérsia sobre isso, principalmente devido a alguns estudos em que a
metodologia utilizada não segue os critérios adequados. Por
outro lado, é necessário melhorar a padronização de protocolos e
variáveis ​​usadas em estudos de laboratório e trabalhos de campo em
diferentes esportes para testar os efeitos de tal suplementação sobre o
treinamento ea competição.

6. REFERÊNCIAS

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Balsom, P. S., Söderlund, K. Sjödin, B. e Ekblom, B. (1995). O
músculo esquelético metabolismo durante o curto período de exercício de
alta intensidade: Influência da suplementação de creatina. Fisiológica Scandinavica Acta, 14, 303-310.

Barbany, J.R. (2002). Alimento para o esporte e saúde. Barcelona: Roca Martínez.

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